A Cauda Longa – The Long Tail







Olá leitores do blog NuvemSEO.net, trago mais um post interessante sobre este assunto que vem ganhando espaço em toda a web. Trata-se do conceito de “Cauda longa” ou, Long tail, em inglês. Influência direta no SEM (Search Engine Marketing), ou Marketing de busca.

Bom, fazendo algumas pesquisas, pude perceber que o termo não é novo, mas devido à transformação causada pela revolução da virtualização ( O mundo virtual da rede internet ) , uma nova concepção dentro deste termo veio à tona com uma força inovadora.

O termo foi criado por Chris Anderson, editor da Wired e ex-Economist, em 2002. Long Tail explica o poder dos nichos frente aos grandalhões da indústria e promete selar o fim da era dos blockbusters.

Fonte: http://www.brainstorm9.com.br/2006/07/12/the-long-tail/

Segundo este blog acima, agora são as pessoas que determinam o que merece sucesso e não o que é imposto pelos grandes criadores de “Hits“( Produtos populares de vendas ).

O nome “cauda longa” vem do formato do gráfico gerado: os grandes ocupam o topo, mas um pequeno espaço, enquanto os nichos ( mercados minúsculos ) são pequenos mas infinitos.

As grandes corporações – gravadoras, produtoras, estúdios, emissoras, varejistas – sempre dependeram amplamente de grandes sucessos para sobreviver. É o que Anderson chama de “tirania do topo”, a qual nós mesmos fomos condicionados. Diz o texto do blog Brainstorm9.

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A Cauda Longa (The Long Tail) é um termo cunhado pelo jornalista Chris Anderson, que em artigo publicado em 2004 na revista Wired (da qual é editor) apresentou suas idéias sobre o futuro do comércio na era da internet.

A Cauda longa - The Long tail

O artigo acabou dando origem ao livro A Cauda Longa: do Mercado de Massa para o Mercado de Nicho, recém lançado no Brasil. No livro Anderson trata de um fenômeno que, apesar de bastante discutido no meio econômico, ainda possui ares de novidade para as demais áreas.

Fonte: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/09/19/the-long-tail-o-impacto-da-cauda-longa-nas-relacoes-comerciais/

Princípio de Pareto

Desde a Revolução Industrial, o comércio voltado às massas baseia o seu negócio no Princípio de Pareto. Segundo esse princípio, 80% de tudo o que verificamos em nosso cotidiano é causado por apenas 20% do universo de causas possíveis.

Esse princípio é de fundamental importância. Afinal, no momento em que identificamos quais são esses 20%, nós podemos focar nossas energias nas causas responsáveis pela maioria absoluta do fator que desejamos controlar. Daí porque ele é tão amplamente aplicado em áreas que vão desde o desenvolvimento de projetos até marketing e vendas.

Conforme o site Webinsider, se historicamente os varejistas solenemente ignoraram (ou ao menos vinham ignorando) uma parcela mais do que considerável dos produtos comercializáveis, isso se deve ao mero fato desses negócios não serem lucrativos.

O conjunto de consumidores interessados por esses itens era tão restrito que eles não geravam um volume de vendas que justificasse a sua oferta. É que a rotatividade desses produtos era insignificante a ponto de não permitir sequer cobrir os custos envolvidos com a operação.

Consequentemente, eles não apenas acabavam gerando prejuízos, como também acabavam consumindo recursos (como espaço nas prateleiras, investimentos em publicidade, etc.) que poderiam ser mais bem empregados na venda de itens com maior vendagem: os tão famosos “hits” comerciais.

E é justamente aí que entra a internet com sua cauda longa… A grande novidade é que ao expandir o universo de clientes atingidos pelas lojas, a web acabou por subverter totalmente a lógica tradicional do comércio varejista. Mas como exatamente ela conseguiu esse feito?

Simplesmente ampliando drasticamente o raio de abrangência das lojas, a ponto de permití-las atingir um público de dimensões literalmente mundiais, não importando o quão geograficamente pulverizado esse público fosse.

Afinal, como também notou Chris se é bem verdade que os hits não vão desaparecer, é bem verdade também que provavelmente eles percam boa parte da importância cultural e econômica que eles adquiriram.

A boa notícia é que, como resultado, a arte provavelmente acabará retornando às suas origens. À época em que os artistas tinham uma preocupação muito menos comercial e muito mais voltada às suas necessidades de expressão artística. Afinal, a arte também é um negócio e como tal, ela também depende de um público interessado para se viabilizar.

Para o mundo do comércio e marketing eletrônicos, essa é uma boa notícia, já que sugere a amplitude de opçoes, produtos, nichos, mercados e aumento de vendas dos anti-hits.

Com certeza o SEM, ou Marketing de busca, terá muito trabalho daqui para frente, pois parece que a cauda (Tail) é mesmo longa (long) há muito do que explorar nos buscadores.

Obrigado pela visita!

Livro: Cauda Longa - Chris Anderson

Livro: Cauda Longa - Chris Anderson

Alvimar Olímpio – 12/04/09, Nova Serrana – MG

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2 Responses to “A Cauda Longa – The Long Tail”

  1. Que bom achar esse tema aqui.
    Ouvi falar e não sabia o que significava..
  2. Ah é, muito interessante esse conceito, e o melhor que funciona de fato, ao preferir utilizar palavras-chave da cauda longa (long tails) na otimização de seu site ou blog. Muito mais gente te encontra e converte melhor tbem! Leia mais sobre long tails >> http://www.nuvemseo.net/explorando-a-cauda-longa-com-as-long-tails-keywords .Obrigado por seu comentário JB!

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